Middle Earth - Tatical II

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 Floresta Velha

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Tom Bombadil

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Data de inscrição : 31/01/2010

MensagemAssunto: Floresta Velha   Qua Fev 03, 2010 8:31 pm

Situada entre a Terra dos Buques e as Colinas dos Túmulos, é um dos últimos remanescentes das grandes florestas que se estendiam desde Eriador até a Floresta das Trevas. Nela ainda vive o velho Salgueiro-homem e talvez alguns outros Huorns.

Está é a Floresta mais antiga do Mundo, sendo quase tão velha quanto Fangorn, nela vive o Mais Velho e Sem Pai, Tom Bombadil, guardião da Floresta e da Terra dos Buques, dizem que o Poder do Velho Tom se ia por toda Quarta Leste até mais além, pegando todas as Quartas, sendo ele um dos que prestou abrigo a muitas pessoas em tempos de Guerra. E é dito que o Velho Tom estava ali quando os Elfos vieram de Beleriand e como ele mesmo disse sobre si mesmo :


"-.... Vejam bem, meus amigos: Tom Bombadil já estava aqui antes do rio e das árvore; Tom se lembra da primeira gota de chuva e do primeiro broto de árvore. Fez trilhas das pessoas grandes, e viu o povo pequeno chegando. Já estava aqui antes dos Reis e dos túmulos das Criaturas Tumulares. Quando os elfos passaram pra o Oeste, Tom já estava, antes de os mares serem encurvados. Conheceu o escuro sob as estrelas quando não havia medo - antes de o Senhor do Escuro chegar de Fora. "
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Tom Bombadil

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MensagemAssunto: Re: Floresta Velha   Qua Fev 03, 2010 8:32 pm

Dûr liderando Dez Anões, com uma carroça cheia de provimentos e dinheiro, foram rumo ao Condado. E assim dentro da Floresta Velha, eles passavam lentamente e cuidadosos, em um local realmente antigo! Com árvores que aparentavam ser mais velhas que todos os anos daqueles anões juntos! Em um local sombrio e escuro, um pedaço do velho mundo de fato.

E lá dentro ouviam sons das árvores, seus troncos rangendo, os juncos e animais, quando cruzaram por um enorme velho Salgueiro escuro, Dûr e os demais sentiram um frio terrível subir pela espinha! E apenas uma cantoria foi ouvida na floresta vindo em sua direção :


"- O velho Tom Bombadil é mesmo um bom camarada;
Azul-claro é sua jaqueta e sua bota é amarelada.
Ninguém jamais o apanha porque Tom é mais sabido;
Sua canção tem mais poder e seu pé é mais rápido."


E o estranho homem que se parecia com um anão mais alto, menor que um homem, e mais alto que um Hobbit, se aproximou com seu chapéu na cabeça, sua jaqueta azul-clara e lhes disse com seu sorriso largo e amistoso :

- Boa Tarde! O que fazem por aqui jovens mestres Anões ?

(Dûr)- Jovens ? Estamos de passagem rumo ao Condado, e você Jovem Homem ?

- Homem ? Oh não, Tom não é Homem, e tão longe é Jovem. Mas vejam é só seguirem pela trilha por entre essas árvores e chegarão na Terra dos Buques, lar dos Pequeno e mais para frente no Condado, claro. E... querem ouvir uma história ?

- Pois diga.

- Sentem-se.

Os Anões por fim se sentaram no chão da floresta e Tom em cima do galho de uma árvore começou a falar, contou-lhes então muitas histórias notáveis, ás vezes quase como se as estivesse cantando para si mesmo, outras vezes olhando-os de repente com um brilho azul no olhar, debaixo das grossas sombrancelha. Frequentemente sua voz virava uma canção, e ele saltava do galho de árvore para dançar pela clareira.

Contou-lhes histórias de abelhas e flores, do jeito de ser das árvores e das estranhas criaturas da Floresta, sobre coisas más e coisas boas, coisas antigas e hostis, coisas cruéis e gentis, e sobre segredos escondidos sob os arbustos espinhosos.

Conforme escutavam, os Anões passaram a entender a vida da Floresta, separada deles; na realidade, até começavam a se sentir estranhos, num lugar onde todos os outros elementos estavam em casa. Entrando e saindo da conversa, sempre estava o Velho Salgueiro-Homem, e Dûr pôde aprender o suficiente para satisfazer sua curiosidade, na verdade mais do que o suficiene, pois o assunto não era fácil, qualquer que fosse ele. As palavras de Tom desnudavam o coração e o pensamento das árvores, que sempre eram obscuros e estranhos, cheios de um ódio pela coisas que circulavam livres sobre a terra, roendo, mordendo, quebrando, cortando, queimando : destruidores e usurpadores. A Floresta Velha não tinha esse nome sem motivo, pois era realmente antiga, sobrevivente de florestas vastas já esquecidas; e nela ainda viviam com a idade das próprias colinas, os pais dos pais das árvores, relembrando o tempo em que eram senhores. Os anos incontáveis tinham-nos enchido de orgulho e sabedoria arraigada, e também de malícia. Mas nenhum deles era mais perigoso que o Grande Salgueiro: este tinha o coração apodrecido, mas a força ainda era verde, era habilidoso, senhor dos ventos, e sua canção e pensamento corriam a floresta dos dois lados do rio.

Seu sedento espírio cinza retirou da terra o poder, que se espalhou como raízes finas no solo, e invisiveis dedos-ramos no ar, chegand a dominar quase todas as árvores da floresta, da Cerca até as Colinas.

De repente a conversa de Tom abandonou a floresta e foi pulando, subindo pelo jovem córrego, sobre cascatas borbulhantes, sobre seixos e pedras gastas, e por entre pequenas flores no capim fechado e gretas molhadas, vagando finalmente até as Colinas. Ouviram então sobre os Grandes Túmulos e os morros verdes e os anéis de pedra sobre as colinas e nas baixadas entre as colinas. Rebanhos de ovelhas baliam. Paredes verdes e brancas se ergueram. Havia fortalezas nas alturas. Reis de pequeno reinados lutaram entre si, e o Sol jovem brilhavam como fogo no Metal vermelho de suas espadas novas e gananciosas.

Houve vitória e derrota; torres caíram, fortalezas foram queimadas, e as chamas subiram pelo céu. Empilhou-se ouro nos ataúdes dos reis e rainhas mortos; e a terra os cobriu, e as portas de pedra se fecharam. o capim cresceu e cobriu tudo. Por um tempo, as ovelhas circularam, comendo o capim, mas logo as colinas estavam de novo desertas. Uma sombra veio de lugares distantes e escuros, e os ossos se mexeram dentro dos túmulos. Criaturas Tumulares andavam pelas cavidades com um tilintar de anéis em edos frios e correntes de ouro ao vento. Os anéis de pedra sorriam ao chão como dente quebrados ao luar.

Os Anões tremeram. Até em Moria, os rumores sobre as Criaturas Tumulares das Colinas dos Túmulos além da Floresta já tinham sido ouvidos. Mas essa história nenhum Anão, ou Hobbit gostava de escutar, mesmo em seus salões na Montanha, ou em sua toca confortável. Esses 11 Anões de repente lembraram-se das coisas que a alegria de seus lares haviam sido afastadas de sua mente, e então voltaram com o pensamento a voz do Ser, e após perderem o fio da história, e se agitarem inquietos, olharam uns para os outros.

Quando voltaram a acompanhar as palavras de Tom, perceberam que ele tinha enveredado por estranhas regiões além de suas memórias e de seu pensamento consciente, para tempos em que o mundo era mais vasto, e os mares fluíam direto para a Praia do Ocidente; Tom ainda se movia de um lado para o outro, cantando luzes de estrelas antigas, de uma época em que apenas os ancestrais dos elfos estavam acordados. Uma época mais velha que os Patriarcas Ancestrais dos Anões e Homens, então, de repente, parou, e eles viram que sua cabeça caía, como se estivesse adormecendo. Os Anões continuaram quietos diante dele, encantados; parecia que, como se sob o encanto de suas palavras, o vento tivesse ido embora e as nuvens tivessem secado, o dia se retirava, com a escuridão vinda do leste e do oeste, e todo o céu ficou repleto da luz de estrelas brancas.

Dûr não sabia dizer se havia passado ali a manhã e a tarde de um dia ou de muitos dias. Não se sentia faminto ou cansado, apenas maravilhado. As estrelas brilhavam através da janela e o silêncio do céu parecia estar por toda a sua volta. Finalmente falou, saindo de seu encantamento, com um medo repentino daquele silêncio.


- Quem é você ?

- O quê ? Ainda não sabe meu nome? Está é a única resposta. Diga-me, quem é você, sozinho e sem nome? Mas você é jovem e eu sou velho. Mais ancião, é o que sou. Vejam bem, meus amigos: Tom Bombadil já estava aqui antes do rio e das árvore; Tom se lembra da primeira gota de chuva e do primeiro broto de árvore. Fez trilhas das pessoas grandes, e viu o povo pequeno chegando. Já estava aqui antes dos Reis e dos túmulos das Criaturas Tumulares. Quando os elfos passaram pra o Oeste, Tom já estava, antes de os mares serem encurvados. Conheceu o escuro sob as estrelas quando não havia medo - antes de o Senhor do Escuro chegar de Fora.

Os Anões ao ouvirem a resposta do Velho Homem, manteram um enorme pavor aos seus rosto, e Dûr foi o primeiro a gritar, e logo os Anões saíram correndo gritando pelo bosque, puxando suas carroças rumo ao Condado.
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