Middle Earth - Tatical II

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 Sudúri, o Porto Perdido

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Eru Ilúvatar
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Data de inscrição : 22/01/2010
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MensagemAssunto: Sudúri, o Porto Perdido   Sab Jan 30, 2010 7:47 pm

Sudúri era em outrora um dos pequenos portos erguidos pelos Númenorianos, que ficou arrasado com os avanços do Mar. E os Homens da Terra-Parda tomaram este porto, o fazendo seu lar, por causa que sua Terra era seca e tinha alimento escasso.

Os Terrapardenses, encontraram mais alimento em Sudúri devido a sua conexão com o rio, e fazendo Sudúri uma vila importante para a economia dos mesmos. Embora sua força militar fosse pouca, e tenha sido uma das únicas vilas que ficou intocável aos Uruk-Hais de Saruman, apenas prejudicando sua econômia.

_________________
- Conheço o desejo em suas mentes de que aquilo que vieram venha na verdade a ser, não apenas no pensamento, mas como vocês são e, no entanto, diferente. Logo, eu digo : Ëä! Que essas coisas Existam! E mandarei para o meio do Vazio a Chama do Imperecível. e ela estará no coração do Mundo, e o Mundo Existirá; e aqueles de vocês que quiserem, poderão descer e entrar nele.
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Dûnear Iscartô

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MensagemAssunto: Re: Sudúri, o Porto Perdido   Qua Fev 03, 2010 6:19 pm

Um novo dia amanhecia em Sudúri. Bem cedo Dûnear acordara e se encontrara do lado de fora de sua casa, à alguns metros da mesma ao lado de um jovem que conversavam enquanto observavam as florestas que se estendiam ali em frente. A manhã passava, e eles iam conversando. Quase todos os civis quando saíam de suas casas procuravam com os olhares por Dûnear, sem surpreenderem por ve-lo conversando com o jovem. Alguns homens e mulheres passavam ao redor, tentando chamar a atenção de Dûnear ou simplesmente passavam por terem de passar. Mas pouco ele e o jovem ligavam, davam mais atenção a beleza da natureza. Algumas horas estavam alí. O garoto, chamado Elbether, era a maior companhia de Dûnear. Algo estranho acontecia pelas árvores, uma movimentação os chamava atenção. Até de longe podia-se ver as folhas e plantas se mechendo intensamente. Longe o suficiente para que os guardas, chamados "Suflings", correm-se ao local, ficando ao lado das casas para ficarem mais próximos de Dûnear. Repentinamente, várias carroagens simples e pessoas surgiram das plantas, parando ao notarem o vilareijo e os homens. Eram muitos. A maioria com roupas simples como suas carroças, todas cheias de barris e caixas carregadas de coisas pessoais e alimentícias e uma boa quantidade portava entre duas a cinco pessoas, talvez por restar carroagens, algumas pareciam ser pessoais. Os civis andavam ao lado das carroagens, carregando sacolas nas mãos ou outra coisas, algumas não levavam nada como crianças e mulheres. Em poucos segundos se estranhando, vários homens bem armados surgiram da mata logo ao lado das carroagens, como se estivessem numa investida no meio de uma guerra. O seu líder aparecia na frente, todos com cotas de ferro detalhadas cobertas por pele de couro branco e bem liso e capuz de mesmo tecido, a cota podia ser vista no fim da mesma, descoberta pelo couro. O líder vinha corendo, olhando ao chão, e para surpreso, quase recuando, quando vê os homens de Dunlanding. Eles se encaram, são quase do mesmo número, e seria uma chacina caso ouvesse uma batalha. O líder deles se aproxima, tirando a mão da espada embainhada. Os homens estranhos se juntavam ao seu líder que se aproximavam rapidamente de Dûnear e logo os Suflings correram aos lados de seu líder que não aparentava nem medo, nem anseio. Ele simplesmente os encarava, levantando o rosto demonstrando insulto com os visitantes. Eles conversaram por muito minutos, e os clandestinos já estavam ansiosos, até que seu líder se virou, e os mandou virem. Em poucos minutos já estavam todos eles ali, no espaço vazio, a beira de uma encosta de uma montanha. Depois de muito conversar, todos os representantes de ambos os povos se reuniram alí em frente à grande quantidade de pessoas que estavam encolhidos, ansiosos. Logo, Dûnear, que estava bem na frente do grupo, os falou em um tom auto e amigável.

- Olá a todos vocês. Somos o povo de Sudúri, esta vila que vos aparece. Aparentemente não sabíamos sobre a existência dos mesmos povos. Gostaria de saber mais sobre vocês, poderiam me dizer?

- Senhor, somos nômades e vivemos toda nossa história em Enedwaith, vivendo em vários pontos diferentes. Vivíamos a base de coletas, e assim somos obrigados a nos mudar.

Disse o líder dos candlestinos, logo atrás de Dûnear que olhou para ele por vários segundos antes de continuar, serenemente.

- Então, vocês nômades, lhe ofereço alimentos e moradia aqui conosco se aceitarem viver conosco e trabalharem para nós! Seriam civis e seriam tratados como tal. O que acham?

O líder dos candlestinos gritaram e levantaram seus braços comemorando, logo os civis candlestinos o acompanharam e começaram a estabelecer barracar próximas as casas, no meio daquela área. Uns vinte minutos depois todos os civis agora não mais clandestinos e seus representantes se encontraram no centro da cidade, depois de estabelecer suas barracas e tendas. Dûnear Subiu em um alto palco improvisado de caixas de madeiras, dirijindo a eles tais palavras.

- Bem, pelas contas feitas vocês são quatrocentos e cinquentas pessoas! Faremos da seguinte forma, cem homens trabalharam com machadinhas para recortar madeira para suas casas, e outros cem trabalharam a nosso favor. Os outros duzentos e cinquenta ficarão livres para fazerem o que quiserem. Depois de suas casas feitas, serão de nós. Serão de qualquer forma. - Disse ele rindo baixo. - Será feito assim: os duzentos homens mais qualificados para isso serão escolhidos e estes terão o benefício de escolherem as casas que quizerem e tudo mais. Bem, se reúnam aqui que iremos começar!

Depois de muito tempo, eles ficaram ali registrando as coisas. Em uns 40 minutos estava tudo resolvido, e eles começaram se organizar.



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Dûnear Iscartô

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MensagemAssunto: Re: Sudúri, o Porto Perdido   Qua Fev 03, 2010 6:55 pm

A organização militar de Sudúri estão de tal forma:

Infantaria Variag
100 Unidades


Lanceiros Variag
100 Unidades


Arquearia Variag
100 Unidades


Cavalaria Variag
100 Unidades


Suflings
15 Unidades
Os Suflings são homens armados que mais coincidem como milícia. Eles usam roupas personalizadas mas todos usam algumas partes do corpo coberto por armaduras de ferro, todos usam roupas de couro branco semelhante aos Suflings Variags. Eles utilizam uma espada média comum.

Suflings Variags
20 Unidades
Os Suflings Variag foram descritos na chegada dos nômades de Eadôn. Podem ser comparados a uma unidade de elite, pois são bem treinados para proteger seu reino melhor que os soldados. Os Suflings Variags usam cotas de ferro detalhadas cobertas por uma roupa de couro branca um pouco grossa com capûz da mesma forma de couro. Eles utilizam uma espada mediana, em alguns scimitar, e duas adagas para arremesso ou não.
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Dûnear Iscartô

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MensagemAssunto: Re: Sudúri, o Porto Perdido   Sab Fev 06, 2010 12:31 pm

A VILA
A vila de Sudúri é um ponto interessante e estranho ao mesmo tempo. Aqui irei narrar como é ela.
As casas da vila são todas na maioria de pedra elegantemente coloridas de bege,creme e/ou amarelo. Seus telhados eram laranjas na maioria. Elas ficavam em posições diferentes mas sempre deixavam espaço que tivesse contato com qualquer direção, facilitando o movimento. São poucas as casas ali. A vila tinha um formato circular, onde no centro era um amplo campo onde era utilizado para comércio e outras coisas, sem construções fixas para melhorar o lazer das pessoas. A maioria da população são mulheres adultas, crianças, jovens e velhos. Ao sudoeste da vila quase no sul está o rio, que sobe paralelamente à cidade. se estendendo do leste e seguindo colado ao rio há algumas colinas altas, que descobrem a vegetação ao lado. Ao lado desta colinas, que se estendem até um quilômetro sempre ao lado do rio, há as florestas. Florestas densas para os homens de Sudúri e normais para os elfos, elas se estendem desde o nordeste até o noroeste, onde se encontram com outra colina e cessão, ao encontro das colinas. Mas ela se segue adiante, terminando depois das colinas. Já a colina a Oeste é do tamanho das outras (grande) e solitária, que acaba virando um ponto de referência a cidade. Foi por entre aquela colina e as do rio que os nômades de Eadôn surgiram. Já ao sul há nada mais nada menos que um amplo campo digno das terras pardas (sem muita vegetação e sempre Pardo) que se estende desde o final das casas até onde os olhos permitem enchergar.

Dá para perceber que a geografia do local é um bom auxílio em defesa militar.
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Dûnear Iscartô

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MensagemAssunto: Re: Sudúri, o Porto Perdido   Dom Fev 07, 2010 6:41 pm

Outro dia começava. Dûnear acordava e se posicionava onde estava com Elbether no dia anterior, às 8 horas da manhã. Após uns 15 minutos, Elbether chegou, meio errado pelo atraso, pois sente-se culpado por não satisfazer seu Rei. Ele tenta se explicar, gaguejando um pouco, mas Dûnear põem sua mão na cabeça do garoto, que se situa em seu ombro, e lhe diz sorridentemente e serenimente algumas palavras que mudaram o comportamento de Elbether.

- Você não é culpado, Elbether. muito menos obrigado a me fazer companhia! Porque se você se sente obrigado, e na realidade não deseje, não é obrigado a me aturar. Está bem?

Disse Dûnear, piscando para o jovem com um sorriso sereno. O garoto fica envergonhado, mas o responde com a cabeça positivamente. Depois eles voltam a admirar a natureza, sempre serenes e mal olhando um para o outro, apenas trocando palavras. Depois de uns 40 minutos, Dûnear se virou e viu as casas dos novos civis prontas, e virou-se apressado para Elbether, que se assustou no início. Dûnear então segurou o garoto pelos ombros, falando como se o ameaçasse.

- Quero que rode o vilareijo e me diga o que eles mais precisam! Vá, e terá recompensa!

Dito isso, o garoto concordou novamente com a cabeça, e saiu correndo, todo vermelho. Em algumas horas, ele retornou. Estave perto da hora do almoço e Dûnear estava prestes a se virar e adentrar sua casa, quando ele veio. Ao se aproximar ele parou de correr, e antes que começasse a falar, Dûnear o falou:

- E então, fez o que lhe pedi?

- Sim senhor! A maior necessidade é na água. A maioria tem problemas com limpeza e percebi que há uma tecnologia comum e até um pouco óbvia que possa nos ajudar!

Não precisou nem dizer. No mesmo instante Dûnear chamou um servente ex-clandestino que estava um pouco longe, e veio correndo até lá. Dûnear logo o disse dando ordens, como se fora líder deles a uma semana.

- Vá ao centro e mande dizer que eu mandei que construíssem sistemas hidraúlicos e uma casa mais própria para mim, rápido!

- Sim senhor.

Dito isso, o homem saiu correndo desesperado. Dûnear até reprovou a pressa do homem, e ficou ali, o resto do dia conversando com Elbether, no dia pardo como as terras, que deixavam os civis cansados da mesma cor.
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Dûnear Iscartô

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MensagemAssunto: Re: Sudúri, o Porto Perdido   Sab Fev 13, 2010 1:42 pm

Após duas horas, Elbether fora a sua casa comer algo, já estavam a muito tempo ali. O garoto se despedia de Dûnear e saia correndo desesperadamente quase em tropeços pelo caminho curto e próximo de sua casa. Dûnear não tirava os ohos dos colonos de Eadôn que trabalhavam ao seu redor, que pareciam incomodados pela presença de Dûnear que estava lá a tempos. Poucos estavam a trabalhar, porém seus trabalhos eram longos e demorados e às vezes pareciam enrolar desejando continuar ali pela presença de Dûnear, mesmo que contraditório. Eles olhavam constantemente para Dûnear, que tentava os afastar aos olhares encaradores, mas pouco adiantou: o máximo que conseguiu foi fazê-los olharem ainda mais. Após algum tempo todos eles se foram, um de cada vez lentamente, porém, com rápida evacuação. e ficou ali sozinho, Dûnear, a pensar que haviam mais ex-clandestinos do que os civis originais; e além disso Dûnear pensava em depois fazer alguma nomeclatura aos civis, para destinguir as sociedades e étnicas. Era notável que alguns não eram civis originais, começando pelos olhares perdidos e tensos até o comportamento e modos. Dûnear Até o homem que estava encostado em uma casa à muito tempo fora embora com passos lentos sem tirar os olhos de Dûnear sequer um segundo até sumir de vista. Dûnear voltava a sua posição original, e parecia confortado e contente pela solidão, chegando até se enganar com esta falsa ilusão. Mas não demorou muito tempo quando o homem que vadiava encostado nas casas retornou das colinas, surpreendendo Dûnear que não o havia visto nem naquela direção, nem se afastando para o vilareijo. Ele vinha lentamente, um homem de estilo atlético e cabelos cobrindo as orelhas loiros vestido por uma roupa de couro de animais desconfortável até para a vista, se aproximou, deixava sair a expreção de ansiosidade, pressa e tensão. Mas antes que pudesse abrir a boca, Dûnear fora-lhe cortando dando-o uma bronca.

- Não sabe que não gostamos que se afastem principalmente sozinhos? seja lá qual for o tipo de leis de vocês aqui é dife...

O homem de tão apressado que estava não deixou que Dûnear continuasse, colando as mãos na cintura e olhando para os lado com um olhar de insatisfação quando Dûnear começou a falar. Ele pouco se importou com o descontento de Dûnear que parecia frustado e irritado com isso, demonstando tal coisa pela expressão facial, mas não teve efeito no homem desleixo que nada fazia.

- Líder, fui enviado por um grupo de homens que estão no pé da... primeira, colina, ao norte! - Disse ele, agora tomado por uma expressão de alegria e contentação, virando-se e apontando o dedo do braço direito a primeira colina, como se contasse. Deixou a impreensão que nem contar sabe. - Eles mandaram avisar que há uma grande concentração de pedra. E acho que seria interessante fazermos algo lá. Ham?

Dûnear ficou parado olhando um pouco para a colina, mas logo ele se pôs a falar, sem tirar os olhos da colina, informando-o.

-Então faça-me o favor, vá ao centro e leve consigo cem civis para pegar pedras, o que é um recurso muito limitado aqui em nosso reino. Peço-o gentilmente que também mande asfaltar e melhorar a campo central, para que seja uma verdadeira praça!

Ouvindo isso, o homem se alegrou, e já estava indo de costas ao corredor de casas que dá no centro da cidade. Com uma expressão feliz e contente, ele saiu correndo de lado até sumir de vista. Já Dûnear ficou ali sorrindo achando graça do homem que repentinamente ficou contente.
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